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    terça-feira, 22 de dezembro de 2015

    Outra polêmica em Alagoas, nos meios esportivos, tem haver com o nome do CT do CRB, construído na badalada Barra de São Miguel. Aliás, este CT será um dos mais modernos do país, espero sinceramente que tudo ali seja preservado e que dê bons resultados para o Regatas na formação de novos valores. Um mito que se cria, antes de adentrarmos na questão da polêmica principal, é que um CT ajuda a desenvolver um clube, desde que se tenha pessoas certas nos lugares certos. Não é somente ter um CT, isso qualquer clube pode construir, mas para que se vai ter o CT, aí sim, tem que pensar como vai gerenciar tudo aquilo, se não vira um enorme "elefante branco", não vai servir para nada!
    Mas e a polêmica em torno do nome do tal CT, quanta mesmice, nunca mudaremos e avançamos, infelizmente! Seja quem fosse o escolhido para dar o nome o oficial, geraria polêmicas, não tem jeito, a humanidade é assim mesmo. Por exemplo, um bom nome seria do Roberto Menezes, que vi pouco jogar, mas dizem que era de uma elegância sem igual. Ou do Miguel Rosas, considerado em todos os tempos um dos maiores ídolos do CRB. Quem sabe e por que não Joãozinho Paulista, nosso maior artilheiro, ou Silva Cão, Roberval Davino, sei lá, são tantos nomes que fizeram a história do Clube, as vezes as pessoas tem mania de esquecer mesmo, não por maldade! Alguém falou em d. Enaura, símbolo de torcedora, mas e o "Seu Ferreira" não era também?
    O que quero dizer que tudo isso é muito chato e complicado, um nome e tantas polêmicas! Nós não construímos através dos anos de fazermos um levantamento histórico de nossos ídolos, sejam eles do futebol ou de outro esporte qualquer. Aqui ninguém vai lembrar quem foi a principal jogadora de vôlei do CRB, nos áureos tempos, quando o  Regatas foi campeão até sul-americano. O nome do estádio da Pajuçara era Severiano Gomes e do casarão que servia de concentração era uma homenagem a Antonio Gomes de Barros, um ex-presidente. Vejam, o nome quem foi dado a este novíssimo CT, é do presidente atual, Marcos Barbosa, nome polêmico, para o bem ou para mal do CRB! A administração do Marcos Barbosa é centralizadora, mas vitoriosa, em pouco tempo resgatou o CRB, que não ganhava nada e perdia até para o time dos anões de circo. Do ponto de vista administrativo nem se fala, quem era devedor, insolvente, agora passa a ser credor, não deve nada a ninguém, isso aconteceu em pouco tempo, em menos de cinco anos. Segundo eu soube, um grupo de conselheiro propuseram essa homenagem ao nome de Marcos Barbosa, que seguindo a linha natural das coisas em Alagoas e principalmente no CRB, ao que parece se tornou consenso entre eles e resolveram bancar o nome do presidente para ser o do CT. Abriu-se uma guerra nas hostes regatianas, a ONG CRB ACIMA DE TUDO, é radicalmente contra, querem entrar até com um mandado de segurança para barrar tal decisão. Acho o seguinte, o Conselho se reuniu para decidir isso? Se ele se reuniu não tem o que fazer, mas se ele não se reuniu é um erro, não do nome em si, acho até que o Marcos Barbosa tinha que receber uma homenagem em relação a sua administração! Como dissera antes, não tenho nada com o político Marcos Barbosa, aliás minha política é diametralmente oposta a dele, mas não podemos negar a sua administração à frente do CRB, fez em pouco tempo o que muitos não acreditavam, Dar o nome do CT a Marcos Barbosa, essa não é a polêmica, sim como foi feito isso, se foi de forma legal e democrática. Mas hoje eu arrisco em dizer, faça uma enquete em qualquer lugar, do jeito que foi colocada a questão, o presidente ganharia fácil à disputa. Eu, por mim, vejo isso como uma grande tolice, com o tempo as pessoas pouco lembrarão do nome oficial, já caiu no gosto popular o nome de "Ninho do Galo", eu não sei porque tanto desespero assim!

    Falsa Polêmica (2)!

    Posted at  05:41  |  in    |  Ler Mais»

    Outra polêmica em Alagoas, nos meios esportivos, tem haver com o nome do CT do CRB, construído na badalada Barra de São Miguel. Aliás, este CT será um dos mais modernos do país, espero sinceramente que tudo ali seja preservado e que dê bons resultados para o Regatas na formação de novos valores. Um mito que se cria, antes de adentrarmos na questão da polêmica principal, é que um CT ajuda a desenvolver um clube, desde que se tenha pessoas certas nos lugares certos. Não é somente ter um CT, isso qualquer clube pode construir, mas para que se vai ter o CT, aí sim, tem que pensar como vai gerenciar tudo aquilo, se não vira um enorme "elefante branco", não vai servir para nada!
    Mas e a polêmica em torno do nome do tal CT, quanta mesmice, nunca mudaremos e avançamos, infelizmente! Seja quem fosse o escolhido para dar o nome o oficial, geraria polêmicas, não tem jeito, a humanidade é assim mesmo. Por exemplo, um bom nome seria do Roberto Menezes, que vi pouco jogar, mas dizem que era de uma elegância sem igual. Ou do Miguel Rosas, considerado em todos os tempos um dos maiores ídolos do CRB. Quem sabe e por que não Joãozinho Paulista, nosso maior artilheiro, ou Silva Cão, Roberval Davino, sei lá, são tantos nomes que fizeram a história do Clube, as vezes as pessoas tem mania de esquecer mesmo, não por maldade! Alguém falou em d. Enaura, símbolo de torcedora, mas e o "Seu Ferreira" não era também?
    O que quero dizer que tudo isso é muito chato e complicado, um nome e tantas polêmicas! Nós não construímos através dos anos de fazermos um levantamento histórico de nossos ídolos, sejam eles do futebol ou de outro esporte qualquer. Aqui ninguém vai lembrar quem foi a principal jogadora de vôlei do CRB, nos áureos tempos, quando o  Regatas foi campeão até sul-americano. O nome do estádio da Pajuçara era Severiano Gomes e do casarão que servia de concentração era uma homenagem a Antonio Gomes de Barros, um ex-presidente. Vejam, o nome quem foi dado a este novíssimo CT, é do presidente atual, Marcos Barbosa, nome polêmico, para o bem ou para mal do CRB! A administração do Marcos Barbosa é centralizadora, mas vitoriosa, em pouco tempo resgatou o CRB, que não ganhava nada e perdia até para o time dos anões de circo. Do ponto de vista administrativo nem se fala, quem era devedor, insolvente, agora passa a ser credor, não deve nada a ninguém, isso aconteceu em pouco tempo, em menos de cinco anos. Segundo eu soube, um grupo de conselheiro propuseram essa homenagem ao nome de Marcos Barbosa, que seguindo a linha natural das coisas em Alagoas e principalmente no CRB, ao que parece se tornou consenso entre eles e resolveram bancar o nome do presidente para ser o do CT. Abriu-se uma guerra nas hostes regatianas, a ONG CRB ACIMA DE TUDO, é radicalmente contra, querem entrar até com um mandado de segurança para barrar tal decisão. Acho o seguinte, o Conselho se reuniu para decidir isso? Se ele se reuniu não tem o que fazer, mas se ele não se reuniu é um erro, não do nome em si, acho até que o Marcos Barbosa tinha que receber uma homenagem em relação a sua administração! Como dissera antes, não tenho nada com o político Marcos Barbosa, aliás minha política é diametralmente oposta a dele, mas não podemos negar a sua administração à frente do CRB, fez em pouco tempo o que muitos não acreditavam, Dar o nome do CT a Marcos Barbosa, essa não é a polêmica, sim como foi feito isso, se foi de forma legal e democrática. Mas hoje eu arrisco em dizer, faça uma enquete em qualquer lugar, do jeito que foi colocada a questão, o presidente ganharia fácil à disputa. Eu, por mim, vejo isso como uma grande tolice, com o tempo as pessoas pouco lembrarão do nome oficial, já caiu no gosto popular o nome de "Ninho do Galo", eu não sei porque tanto desespero assim!

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    Existe uma falsa polêmica nos dias atuais com relação quem tem maior torcida no Estado de Alagoas, CRB ou CSA? Tudo por conta de um amistoso do time azulino, neste último domingo, quando alguns jogadores do novo elenco azulino foi apresentado a sua torcida, na partida contra o Sub-20 do Porto de Caruaru. Venho ouvindo, quando posso evidentemente, na crônica esportiva, o belo exemplo que a torcida do CSA deu ao ir para   Rei Pelé, em um jogo amistoso, perto do natal, etc. e tal. Sem dúvidas, foram perto de sete mil pessoas, mesmo que dois mil tenham entrado de graça, mas se dispuseram a ir ao estádio, realça a força da torcida azulina! Mas o que é falso nesta discussão? É que alguns setores da imprensa, sem disfarçar as suas cores clubistas, alimentam algo, como se apenas a massa azulina fosse capaz de fazer, transformando em mito, algo tão comum no futebol, principalmente nos dias atuais. Eu vejo, pelas sondagens que faço, que aqui em Maceió, ou até mesmo na sua região metropolitana, e se quisermos irmos mais longe, entre agreste, sertão e o vale do São Francisco, existe um empate técnico entre estas duas forças do nosso futebol. Não podemos esquecer o ASA, como tal, em torcida, cresceu bastante em Arapiraca e região, não há dúvidas desta aferição, a uma identificação bem legal do povo daquela região com o alvinegro arapiraquense. Claro que em números, o ASA, em matéria de torcida e importância mais geral, ainda está numa terceira força, mas que objetivamente falando e sendo dialético na compreensão, pode mudar sim de configuração e ultrapassar um dos dois ainda grandes e que estão na capital. Voltando a CRB e CSA, quanto ao tamanho de suas torcidas, como escrevera logo acima, para mim são bastante iguais em números, não importando se vão aos estádios ou não! As dez melhores rendas e públicos dos últimos dez jogos no Rei Pelé, sete pertencem a torcida do CRB, sendo que em 2011, no jogo contra a Luverdense, tem registrado depois das reformas do estádio Rei Pelé, o maior público do estádio, mais de 19 mil pessoas, numa capacidade de pouco mais 20 mil torcedores. Que a torcida do CSA é grandiosa ninguém duvida, mas achar que pelas péssimas rendas e públicos do CRB este ano na série B, a torcida azulina seja maior, é uma insensatez, uma burrice, ou coisa de torcedor, não das pessoas da crônica esportiva, que tem por obrigação separar as coisas, paixão não combina com razão.

    Falsa polêmica (1)!

    Posted at  04:54  |  in    |  Ler Mais»

    Existe uma falsa polêmica nos dias atuais com relação quem tem maior torcida no Estado de Alagoas, CRB ou CSA? Tudo por conta de um amistoso do time azulino, neste último domingo, quando alguns jogadores do novo elenco azulino foi apresentado a sua torcida, na partida contra o Sub-20 do Porto de Caruaru. Venho ouvindo, quando posso evidentemente, na crônica esportiva, o belo exemplo que a torcida do CSA deu ao ir para   Rei Pelé, em um jogo amistoso, perto do natal, etc. e tal. Sem dúvidas, foram perto de sete mil pessoas, mesmo que dois mil tenham entrado de graça, mas se dispuseram a ir ao estádio, realça a força da torcida azulina! Mas o que é falso nesta discussão? É que alguns setores da imprensa, sem disfarçar as suas cores clubistas, alimentam algo, como se apenas a massa azulina fosse capaz de fazer, transformando em mito, algo tão comum no futebol, principalmente nos dias atuais. Eu vejo, pelas sondagens que faço, que aqui em Maceió, ou até mesmo na sua região metropolitana, e se quisermos irmos mais longe, entre agreste, sertão e o vale do São Francisco, existe um empate técnico entre estas duas forças do nosso futebol. Não podemos esquecer o ASA, como tal, em torcida, cresceu bastante em Arapiraca e região, não há dúvidas desta aferição, a uma identificação bem legal do povo daquela região com o alvinegro arapiraquense. Claro que em números, o ASA, em matéria de torcida e importância mais geral, ainda está numa terceira força, mas que objetivamente falando e sendo dialético na compreensão, pode mudar sim de configuração e ultrapassar um dos dois ainda grandes e que estão na capital. Voltando a CRB e CSA, quanto ao tamanho de suas torcidas, como escrevera logo acima, para mim são bastante iguais em números, não importando se vão aos estádios ou não! As dez melhores rendas e públicos dos últimos dez jogos no Rei Pelé, sete pertencem a torcida do CRB, sendo que em 2011, no jogo contra a Luverdense, tem registrado depois das reformas do estádio Rei Pelé, o maior público do estádio, mais de 19 mil pessoas, numa capacidade de pouco mais 20 mil torcedores. Que a torcida do CSA é grandiosa ninguém duvida, mas achar que pelas péssimas rendas e públicos do CRB este ano na série B, a torcida azulina seja maior, é uma insensatez, uma burrice, ou coisa de torcedor, não das pessoas da crônica esportiva, que tem por obrigação separar as coisas, paixão não combina com razão.

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    quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

    Impressionante a transação da venda do atacante Maxwell e do  meia Bruno Nascimento, duas jóias raras da base do CRB. Impressionante pela bagatela que foi, apenas R$ 250.000,00, que segundo a direção do clube, vai servir para complementar o CT "Ninho do Galo"! Mais ainda impressionante, foi quem comprou, o Comercial de Viçosa (?), para que? Ou melhor, o que se esconde atrás dessa transação? As coisas no futebol não são tão claras, aliás, neste país, na quadra atual, pouca coisa ou quase nada, é revelada como de fato é, infelizmente! O que eu sei, aí com toda clareza, que o time e a torcida, sentirão falta da impetuosidade do garoto Maxwell, embora uma parte da torcida, nunca tivesse a paciência com ele. Mas sempre foi assim por aqui, talvez isso seja assim em qualquer lugar do mundo, jogador da casa, sempre é o mais questionado, os que vem de fora, estes mesmos torcedores que criticam os de casa, tem uma paciência enorme com os chamados forasteiros! Bom, além de vender o Maxwell, o CRB não conseguiu segurar o Zé Carlos, o time não tem atacantes, pelo menos por enquanto, vão ter que refazer tudo. Outro que saiu e que vai fazer uma falta enorme, é o meia atacante Clebinho, uma pena para torcida regatiana.

    CRB vende mais um craque com promoção Black Friday, até quando?

    Posted at  03:08  |  in    |  Ler Mais»

    Impressionante a transação da venda do atacante Maxwell e do  meia Bruno Nascimento, duas jóias raras da base do CRB. Impressionante pela bagatela que foi, apenas R$ 250.000,00, que segundo a direção do clube, vai servir para complementar o CT "Ninho do Galo"! Mais ainda impressionante, foi quem comprou, o Comercial de Viçosa (?), para que? Ou melhor, o que se esconde atrás dessa transação? As coisas no futebol não são tão claras, aliás, neste país, na quadra atual, pouca coisa ou quase nada, é revelada como de fato é, infelizmente! O que eu sei, aí com toda clareza, que o time e a torcida, sentirão falta da impetuosidade do garoto Maxwell, embora uma parte da torcida, nunca tivesse a paciência com ele. Mas sempre foi assim por aqui, talvez isso seja assim em qualquer lugar do mundo, jogador da casa, sempre é o mais questionado, os que vem de fora, estes mesmos torcedores que criticam os de casa, tem uma paciência enorme com os chamados forasteiros! Bom, além de vender o Maxwell, o CRB não conseguiu segurar o Zé Carlos, o time não tem atacantes, pelo menos por enquanto, vão ter que refazer tudo. Outro que saiu e que vai fazer uma falta enorme, é o meia atacante Clebinho, uma pena para torcida regatiana.

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    quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

    Excelente trabalho do competente Walter Luís, pesquisador do nosso futebol e membro da equipe de esportes da Rádio Globo Maceió, sobre as médias de cada clube nesta série B de 2015. Além desse trabalho específico, em sua página no facebook, fez uma comparação entre as médias do CRB, este ano e em 1984, quando o Regatas colocou mais de 20 mil por jogo no Campeonato Brasileiro daquele ano.
    Em minha humilde opinião, e já externei isso, inclusive em resenhas esportivas em que tive oportunidade de participar, o problema da baixa média de público do CRB, está relacionado com a fórmula de disputa, pontos corridos, aonde a maioria dos torcedores não tem a cultura em ir em todos os jogos. Outro ponto significativo foi a própria situação do próprio time, com os objetivos traçados pelos discursos da direção e comissão técnica, aliás, essa foi a tônica levantada por setores da própria imprensa, o Regatas tinha que focar em ficar na série B! Nem cair, que seria trágico, nem subir, segundo os entendidos, não temos condições de subir, ainda não dizem eles, mas quando será que chegará este dia? Bom, isso afastou a torcida, com jogos ao vivo, todos eles, quem vai sair de casa, evitando todos os tipos de problemas, violência a primeira delas, as distâncias também, principalmente de uma periferia desassistida pelo poder público, aonde a massas laboriosas que moram bem longe do Rei Pelé, não tem como se dirigir ao estádio, com os péssimos serviços de transportes, etc., sabendo que o time não quer subir, é surreal a nossa participação! Por isso a presença pequena da torcida, isso tudo faz parte do processo!
    Veja a média de público deste ano, por clubes e geral na séria B:

    1º Bahia (16 904)
    2º Ceará (16 221)
    3º Paysandu (13 737)
    4º Santa Cruz (13 447)
    5º Vitória (13 211)
    6º Sampaio Corrêa (10 412)
    7º Botafogo (9 338)
    8º Náutico (5 654)
    9º Criciúma (4 728)
    10º América-MG (3 738)
    11º Bragantino (3 728)
    12º Paraná (3 665)
    13º CRB (3 558)
    14º ABC (2 979)
    15º Oeste (2 198)
    16º Macaé (1 852)
    17º Mogi Mirim (1 800)
    18º Atlético-GO (1 799)
    19º Luverdense (1 174)
    20º Boa Esporte (490)
    Média de público a Série B desde 2006
    2006 – 7 958
    2007 – 7 219
    2008 – 6 291
    2009 – 6 635
    2010 – 5 131
    2011 – 5 662
    2012 – 4 614
    2013 – 5 437
    2014 – 5 681
    2015 – 6 554

    Fonte: Walter Luís



    AINDA SOBRE A MÉDIA DE PÚBLICO DO CRB NA SÉRIE B 2015!

    Posted at  02:34  |  in    |  Ler Mais»

    Excelente trabalho do competente Walter Luís, pesquisador do nosso futebol e membro da equipe de esportes da Rádio Globo Maceió, sobre as médias de cada clube nesta série B de 2015. Além desse trabalho específico, em sua página no facebook, fez uma comparação entre as médias do CRB, este ano e em 1984, quando o Regatas colocou mais de 20 mil por jogo no Campeonato Brasileiro daquele ano.
    Em minha humilde opinião, e já externei isso, inclusive em resenhas esportivas em que tive oportunidade de participar, o problema da baixa média de público do CRB, está relacionado com a fórmula de disputa, pontos corridos, aonde a maioria dos torcedores não tem a cultura em ir em todos os jogos. Outro ponto significativo foi a própria situação do próprio time, com os objetivos traçados pelos discursos da direção e comissão técnica, aliás, essa foi a tônica levantada por setores da própria imprensa, o Regatas tinha que focar em ficar na série B! Nem cair, que seria trágico, nem subir, segundo os entendidos, não temos condições de subir, ainda não dizem eles, mas quando será que chegará este dia? Bom, isso afastou a torcida, com jogos ao vivo, todos eles, quem vai sair de casa, evitando todos os tipos de problemas, violência a primeira delas, as distâncias também, principalmente de uma periferia desassistida pelo poder público, aonde a massas laboriosas que moram bem longe do Rei Pelé, não tem como se dirigir ao estádio, com os péssimos serviços de transportes, etc., sabendo que o time não quer subir, é surreal a nossa participação! Por isso a presença pequena da torcida, isso tudo faz parte do processo!
    Veja a média de público deste ano, por clubes e geral na séria B:

    1º Bahia (16 904)
    2º Ceará (16 221)
    3º Paysandu (13 737)
    4º Santa Cruz (13 447)
    5º Vitória (13 211)
    6º Sampaio Corrêa (10 412)
    7º Botafogo (9 338)
    8º Náutico (5 654)
    9º Criciúma (4 728)
    10º América-MG (3 738)
    11º Bragantino (3 728)
    12º Paraná (3 665)
    13º CRB (3 558)
    14º ABC (2 979)
    15º Oeste (2 198)
    16º Macaé (1 852)
    17º Mogi Mirim (1 800)
    18º Atlético-GO (1 799)
    19º Luverdense (1 174)
    20º Boa Esporte (490)
    Média de público a Série B desde 2006
    2006 – 7 958
    2007 – 7 219
    2008 – 6 291
    2009 – 6 635
    2010 – 5 131
    2011 – 5 662
    2012 – 4 614
    2013 – 5 437
    2014 – 5 681
    2015 – 6 554

    Fonte: Walter Luís



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